Olá leitoras, tudo bem? Tenho novidades!
Estou escrevendo um novo livro. Desta vez, sobre piratas... Rssss... Bem romântico e cheio de aventuras, como vocês gostam! Aguardem!
Beijos,
Louise
terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
O novo site está finalmente no ar!
Depois de muita revisão finalmente resolvemos colocar o site novo no ar!
Só que o trabalho não acaba aí. Agora preciso testar todos os links, ver se nenhum deles quebrou no processo de publicação, ver se a lojinha virtual está funcionando, ler tudo de novo para ver se não pisamos na bola e escrevemos algo errado (apesar de termos passado corretor ortográfico em todas as páginas), enfim, fazer uma revisão com o site "no ar".
Para isso, queridas leitoras, peço a ajuda de vocês. Não se acanhem em nos escrever caso encontrem erros: links quebrados, erros de gramática, erros de digitação. Fazemos o máximo para criar um produto de qualidade, mas infelizmente ninguém é perfeito.
Ah, são tantas as coisas na cabeça ultimamente! O Natal está chegando, esse período corrido de festas... aliás, por que será que a gente corre tanto, né? No ano que vem não vai ser tudo igual de novo? Não dá mesmo para deixar nada para o ano que vem? Por que nós, seres humanos, temos esse sentido de urgência de "terminar algo" com o último dia do ano para "recomeçar" de novo no dia 1 de janeiro? Para mim, todos os dias marcam términos e recomeços. Acho que não é preciso ter um dia marcado para "encerrar" e um dia para "recomeçar". A vida não segue horário comercial, poxa!
Acabei de vir do dentista e estava assistindo a televisão dele enquanto ele mexia no meu dente. Passou uma reportagem da turma fazendo compras na rua 25 de março, em São Paulo. Para quem não conhece, a 25 de março é uma rua muito famosa, com um comércio agitadíssimo e cheia de camelôs. Não dava nem pra se mexer! Cruz credo, imaginei-me naquele lugar, fazendo compras de última hora. Não, na verdade não me imaginei, porque não faço compras de última hora, muito mais em 25s de março ou shoppings. Compro meus presentes em novembro.
Eu não sei se eu gosto do Natal. Ninguém se lembra de Jesus, só pensa em presente, ceia, festas, Papai Noel, amigo secreto, ai! Eu só gosto da parte de reunir a família, isso é que é o bom no Natal. Se desse para tirar toda a parte material, seria muito legal. Mas acho que tudo isso acaba fazendo parte da festa, né? Afinal, acho que Jesus iria querer isso, não foi a ideia que ele passou com a Santa Ceia? Confraternização.
Gente, deixa agora eu ir lá ver o site. Escrevam para mim! Vou receber e-mail de vocês!
Beijos,
Louise
Só que o trabalho não acaba aí. Agora preciso testar todos os links, ver se nenhum deles quebrou no processo de publicação, ver se a lojinha virtual está funcionando, ler tudo de novo para ver se não pisamos na bola e escrevemos algo errado (apesar de termos passado corretor ortográfico em todas as páginas), enfim, fazer uma revisão com o site "no ar".
Para isso, queridas leitoras, peço a ajuda de vocês. Não se acanhem em nos escrever caso encontrem erros: links quebrados, erros de gramática, erros de digitação. Fazemos o máximo para criar um produto de qualidade, mas infelizmente ninguém é perfeito.
Ah, são tantas as coisas na cabeça ultimamente! O Natal está chegando, esse período corrido de festas... aliás, por que será que a gente corre tanto, né? No ano que vem não vai ser tudo igual de novo? Não dá mesmo para deixar nada para o ano que vem? Por que nós, seres humanos, temos esse sentido de urgência de "terminar algo" com o último dia do ano para "recomeçar" de novo no dia 1 de janeiro? Para mim, todos os dias marcam términos e recomeços. Acho que não é preciso ter um dia marcado para "encerrar" e um dia para "recomeçar". A vida não segue horário comercial, poxa!
Acabei de vir do dentista e estava assistindo a televisão dele enquanto ele mexia no meu dente. Passou uma reportagem da turma fazendo compras na rua 25 de março, em São Paulo. Para quem não conhece, a 25 de março é uma rua muito famosa, com um comércio agitadíssimo e cheia de camelôs. Não dava nem pra se mexer! Cruz credo, imaginei-me naquele lugar, fazendo compras de última hora. Não, na verdade não me imaginei, porque não faço compras de última hora, muito mais em 25s de março ou shoppings. Compro meus presentes em novembro.
Eu não sei se eu gosto do Natal. Ninguém se lembra de Jesus, só pensa em presente, ceia, festas, Papai Noel, amigo secreto, ai! Eu só gosto da parte de reunir a família, isso é que é o bom no Natal. Se desse para tirar toda a parte material, seria muito legal. Mas acho que tudo isso acaba fazendo parte da festa, né? Afinal, acho que Jesus iria querer isso, não foi a ideia que ele passou com a Santa Ceia? Confraternização.
Gente, deixa agora eu ir lá ver o site. Escrevam para mim! Vou receber e-mail de vocês!
Beijos,
Louise
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Perdi meus e-mails antigos do Outlook... mas trago novidades!
É, meninas, que dureza! Faço tantos backups e ainda assim perdi importantes e-mails do Outlook! Queria mandar um convite para minhas antigas leitoras avisando sobre o novo site e "achava" que estava com as listas de destinatárias todas bem guardadinhas em várias mídias diferentes. Agora nenhuma dessas mídias funciona. Computação é muito legal, mas às vezes dá um trabalhão e uma dor de cabeça, além de ser frustrante, né?
Tenho uma novidade bem bacana. Contratei um ilustrador profissional para fazer a capa da 3a. edição do romance Jovens Fidalgos. Está ficando linda! Paguei caro, é verdade, mas está valendo a pena cada centavo. O ilustrador se chama R.J.Lages, ele já desenhou para a Disney!
Embora a 1a. e a 2a. edições do livro tenham ficado satisfatórias, eu gostaria que agora, na 3a. edição, tudo ficasse perfeito, bem profissional. Fiz muita coisa sozinha para as primeiras edições porque não tinha dinheiro para bancar os altos custos de uma publicação. Então o livro fica com cara de amador, é lógico. É que esse tipo de romance que escrevo, sobre princesas e cavaleiros mascarados, não é literatura brasileira, então editoras convencionais não publicam. Escritores que escrevem o que escrevo precisam arcar com os custos da publicação sozinhos. Como o Jovens Fidalgos é um livro grande, com 325 páginas, infelizmente fica muito caro. Já fiz várias cotações e o menor valor que consigo para 500 exemplares é de 7 mil reais.
É por isso que agora estou indo "por partes". Primeiro a capa, mais cara, mas muito importante (afinal, a gente quase sempre acaba comprando o livro pela capa). Depois vou fazer os outros serviços aos poucos (são tantas etapas, vocês nem imaginam!). E só então vou mandar para a gráfica.
Depois eu conto mais!
Beijos a todas!
Louise
Tenho uma novidade bem bacana. Contratei um ilustrador profissional para fazer a capa da 3a. edição do romance Jovens Fidalgos. Está ficando linda! Paguei caro, é verdade, mas está valendo a pena cada centavo. O ilustrador se chama R.J.Lages, ele já desenhou para a Disney!
Embora a 1a. e a 2a. edições do livro tenham ficado satisfatórias, eu gostaria que agora, na 3a. edição, tudo ficasse perfeito, bem profissional. Fiz muita coisa sozinha para as primeiras edições porque não tinha dinheiro para bancar os altos custos de uma publicação. Então o livro fica com cara de amador, é lógico. É que esse tipo de romance que escrevo, sobre princesas e cavaleiros mascarados, não é literatura brasileira, então editoras convencionais não publicam. Escritores que escrevem o que escrevo precisam arcar com os custos da publicação sozinhos. Como o Jovens Fidalgos é um livro grande, com 325 páginas, infelizmente fica muito caro. Já fiz várias cotações e o menor valor que consigo para 500 exemplares é de 7 mil reais.
É por isso que agora estou indo "por partes". Primeiro a capa, mais cara, mas muito importante (afinal, a gente quase sempre acaba comprando o livro pela capa). Depois vou fazer os outros serviços aos poucos (são tantas etapas, vocês nem imaginam!). E só então vou mandar para a gráfica.
Depois eu conto mais!
Beijos a todas!
Louise
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Viver em sociedade – por que ninguém mais segue regras?
No mundo moderno, existem tantas coisas estressantes: o tráfego, nossos empregos, a escola, o trabalho doméstico. No entanto, em nosso dia-a-dia, muitos tentam fazer o melhor que podem para conviver com essas dificuldades. Mas será que cumprir as regras que regem nossa vida em sociedade é tão estressante e difícil como enfrentar o trânsito, ir trabalhar todos os dias ou sair para fazer compras no supermercado?
Meu marido e eu moramos em um condomínio no centro da cidade. É um lugar agradável, alegre, com padarias e lojas nas proximidades. Como em todas a instituições do mundo, existem regras para a convivência dos seres humanos (e dos seres animais também). Essas regras, a meu ver, parecem justas para todos. Não vejo nenhuma regra ofensiva a ninguém, algo que seja impossível de ser cumprido. Talvez outras pessoas pensem diferente, não sei...
Já foi muito bom morar neste prédio. Antes, só havia famílias com crianças. Agora, existem 22 repúblicas de estudantes instaladas... e as famílias com crianças não moram mais aqui, já se foram há muito tempo. É claro que o condomínio tem um conjunto de regras, devidamente registradas por escrito, com os direitos e deveres de cada condômino. Infelizmente, pelo que pude notar ao longo desses doze anos em que moramos aqui, agora cada apartamento tem seu próprio conjunto de regras. Algumas pessoas, por exemplo, ligam rádio ou televisão no último volume, gritam pela janela para chamar alguém na rua, jogam tocos de cigarro ou tuchos de cabelo pela janela, dejetos esses que entram nos apartamentos inferiores trazidos pelo vento, entre outras transgressões.
Dia desses aconteceu algo incrível. Fomos, meu marido e eu, à reunião de condomínio. Entre um assunto e outro, alguém comentou sobre o velho problema de as pessoas deixarem seus animais soltos pelas áreas comuns do edifício. A regra do condomínio é que, nas áreas comuns, as pessoas devem transitar carregando seus cachorros "no colo". Então, várias pessoas comentaram já ter visto uma pessoa andando com seu cachorro na garagem do prédio, e que inclusive esse cachorro fazia suas necessidades fisiológicas ali, na garagem mesmo. Uma jovem senhora que estava sentada ao meu lado acrescentou: "É mesmo, principalmente em dias de chuva".
A reunião continuou e convocou-se uma "comissão" para resolver alguns assuntos do prédio, como nova pintura, etc. Falou-se inclusive numa "comissão" de boas maneiras. A tal jovem senhora candidatou-se para a comissão de pintura. Até aí, tudo bem.
Bem, estava eu numa terça-feira voltando da rua, às 8:00h da manhã (tinha acabado de deixar meu marido no trabalho), quando, ao abrir o portão da garagem, entra uma pessoa comigo, vindo da rua também. Essa pessoa trazia o cachorro na coleira e notei que ela não pegou o cachorro no colo ao entrar na garagem. Estacionei o carro e fui até o elevador. Deu tempo de encontrar a senhora já dentro do elevador com o cachorro... solto no chão, e sem coleira!!! Fiquei indignada! Perguntei imediatamente o número do apartamento dela e ela, sem pestanejar, disse que era o 62. Quando ela tirou os óculos escuros, percebi: era ela, a mesma senhora que estava sentada ao meu lado na reunião de condomínio!!! Eu perguntei a ela se ela não estava na reunião e se não tinha ouvido as pessoas comentarem a respeito do cachorro e ela respondeu que SIM! Na maior cara-de-pau! Fiquei tão indignada! Eu disse que infelizmente faria uma reclamação contra ela e ela simplesmente respondeu: "É um direito seu".
Fiquei pensando: então será que ela acha que é um direito dela romper as regras do condomínio?
Pensei em todas as pessoas que não seguem as regras de convívio em sociedade, como aquelas que matam, roubam, sequestram: será que essas pessoas também acham que têm direito de romper as regras?
A meu ver, o episódio com essa senhora e seu cachorro não é apenas uma questão de falta de boas maneiras. Hoje em dia, ninguém mostra mais respeito por ninguém. Aluno (quando não manda matar!) não respeita professor, colegas de trabalho não respeitam colegas de trabalho, pessoas não respeitam pessoas que atendem em lojas, supermercados ou outros lugares públicos.
Quais seriam as causas de tal comportamento? O que leva uma pessoa a colocar o som no último volume em sua casa sem se preocupar se seu vizinho está trabalhando, estudando ou dormindo? Seria um sentimento errado de superioridade, de achar que tem mais direitos do que os outros seres humanos? Seria um problema cultural? Será que o estresse das cidades grandes explicaria tal comportamento?
Quanto mais eu penso, menos chego a uma conclusão. Acho que é responsabilidade de todos contribuir para uma vida melhor em sociedade. Mas, infelizmente, quando eu presencio comportamentos como esse, confesso que fico muito brava, e sei que a raiva não é um bom sentimento. Mas é que dá uma falta de ar enorme saber que a pessoa não se importa realmente com nada e que ainda ri de você.
Estamos vivendo em uma época realmente muito estranha.
Acho que devemos orar e pedir a Deus serenidade.
Meu marido e eu moramos em um condomínio no centro da cidade. É um lugar agradável, alegre, com padarias e lojas nas proximidades. Como em todas a instituições do mundo, existem regras para a convivência dos seres humanos (e dos seres animais também). Essas regras, a meu ver, parecem justas para todos. Não vejo nenhuma regra ofensiva a ninguém, algo que seja impossível de ser cumprido. Talvez outras pessoas pensem diferente, não sei...
Já foi muito bom morar neste prédio. Antes, só havia famílias com crianças. Agora, existem 22 repúblicas de estudantes instaladas... e as famílias com crianças não moram mais aqui, já se foram há muito tempo. É claro que o condomínio tem um conjunto de regras, devidamente registradas por escrito, com os direitos e deveres de cada condômino. Infelizmente, pelo que pude notar ao longo desses doze anos em que moramos aqui, agora cada apartamento tem seu próprio conjunto de regras. Algumas pessoas, por exemplo, ligam rádio ou televisão no último volume, gritam pela janela para chamar alguém na rua, jogam tocos de cigarro ou tuchos de cabelo pela janela, dejetos esses que entram nos apartamentos inferiores trazidos pelo vento, entre outras transgressões.
Dia desses aconteceu algo incrível. Fomos, meu marido e eu, à reunião de condomínio. Entre um assunto e outro, alguém comentou sobre o velho problema de as pessoas deixarem seus animais soltos pelas áreas comuns do edifício. A regra do condomínio é que, nas áreas comuns, as pessoas devem transitar carregando seus cachorros "no colo". Então, várias pessoas comentaram já ter visto uma pessoa andando com seu cachorro na garagem do prédio, e que inclusive esse cachorro fazia suas necessidades fisiológicas ali, na garagem mesmo. Uma jovem senhora que estava sentada ao meu lado acrescentou: "É mesmo, principalmente em dias de chuva".
A reunião continuou e convocou-se uma "comissão" para resolver alguns assuntos do prédio, como nova pintura, etc. Falou-se inclusive numa "comissão" de boas maneiras. A tal jovem senhora candidatou-se para a comissão de pintura. Até aí, tudo bem.
Bem, estava eu numa terça-feira voltando da rua, às 8:00h da manhã (tinha acabado de deixar meu marido no trabalho), quando, ao abrir o portão da garagem, entra uma pessoa comigo, vindo da rua também. Essa pessoa trazia o cachorro na coleira e notei que ela não pegou o cachorro no colo ao entrar na garagem. Estacionei o carro e fui até o elevador. Deu tempo de encontrar a senhora já dentro do elevador com o cachorro... solto no chão, e sem coleira!!! Fiquei indignada! Perguntei imediatamente o número do apartamento dela e ela, sem pestanejar, disse que era o 62. Quando ela tirou os óculos escuros, percebi: era ela, a mesma senhora que estava sentada ao meu lado na reunião de condomínio!!! Eu perguntei a ela se ela não estava na reunião e se não tinha ouvido as pessoas comentarem a respeito do cachorro e ela respondeu que SIM! Na maior cara-de-pau! Fiquei tão indignada! Eu disse que infelizmente faria uma reclamação contra ela e ela simplesmente respondeu: "É um direito seu".
Fiquei pensando: então será que ela acha que é um direito dela romper as regras do condomínio?
Pensei em todas as pessoas que não seguem as regras de convívio em sociedade, como aquelas que matam, roubam, sequestram: será que essas pessoas também acham que têm direito de romper as regras?
A meu ver, o episódio com essa senhora e seu cachorro não é apenas uma questão de falta de boas maneiras. Hoje em dia, ninguém mostra mais respeito por ninguém. Aluno (quando não manda matar!) não respeita professor, colegas de trabalho não respeitam colegas de trabalho, pessoas não respeitam pessoas que atendem em lojas, supermercados ou outros lugares públicos.
Quais seriam as causas de tal comportamento? O que leva uma pessoa a colocar o som no último volume em sua casa sem se preocupar se seu vizinho está trabalhando, estudando ou dormindo? Seria um sentimento errado de superioridade, de achar que tem mais direitos do que os outros seres humanos? Seria um problema cultural? Será que o estresse das cidades grandes explicaria tal comportamento?
Quanto mais eu penso, menos chego a uma conclusão. Acho que é responsabilidade de todos contribuir para uma vida melhor em sociedade. Mas, infelizmente, quando eu presencio comportamentos como esse, confesso que fico muito brava, e sei que a raiva não é um bom sentimento. Mas é que dá uma falta de ar enorme saber que a pessoa não se importa realmente com nada e que ainda ri de você.
Estamos vivendo em uma época realmente muito estranha.
Acho que devemos orar e pedir a Deus serenidade.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Novidade - meu blog!
Queridas leitoras,
Criei este blog para que pudesse ter um contato mais próximo e mais rápido com vocês. Não gosto muito de atualizar sites, desenhar um site dá um trabalho enorme, então encontrei nesta ferramenta uma forma fácil de poder escrever e postar novidades com mais frequência.
Sempre que possível, colocarei aqui pequenos textos que às vezes escrevo. Portanto, sejam bem-vindas e consultem sempre!
Abraços,
Louise Benett
PS: e visitem o www.romance.online.nom.br, temos novidades!
Criei este blog para que pudesse ter um contato mais próximo e mais rápido com vocês. Não gosto muito de atualizar sites, desenhar um site dá um trabalho enorme, então encontrei nesta ferramenta uma forma fácil de poder escrever e postar novidades com mais frequência.
Sempre que possível, colocarei aqui pequenos textos que às vezes escrevo. Portanto, sejam bem-vindas e consultem sempre!
Abraços,
Louise Benett
PS: e visitem o www.romance.online.nom.br, temos novidades!
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